Posts de Abril, 2008

Hoje: Bulldogs vs. Amigos do Zirbes

18/04/2008

O próximo confronto dos Bulldogs será nesta terça-feira, às nove da noite, no campo de grama sintética da PUC. O jogo será contra os Amigos do Zirbes, que já estão com a escalação fechada. Os Bulldogs deverão ter pelo menos dois desfalques importantes: o volante Balakka, que terá de dar aulas no Sebrae, e o artilheiro Marco, que nesta semana pediu dispensa para levar a namorada, Karen, a uma lua-de-mel fora de época no Porto de Galinhas, em Pernambuco. Em compensação, os Bulldogs contam com o retorno de Felipe no ataque.

Além disso, os Bulldogs terão três reforços de alta qualidade: Lucas Carvalho (segundo volante), Nando (articulação) e Dieter (lateral esquerda). Todos eles vêm do Time do Lucas, o mais tradicional rival dos Bulldogs. Confira o serviço de jogo, abaixo:

Arbitragem: Miguel Negão
Local: Quadra de grama sintética da PUC-RS
Início: 21h (chegar 15 minutos antes para definição de posições)
Estacionamento: No Hospital São Lucas (acesso pela Av. Ipiranga – R$ 3,50); no Estapar (acesso pela Cristiano Fisher – R$ 6,00) e na própria Avenida Ipiranga, em frente ao Parque Esportivo da PUC (é tranqüilo e os flanelinhas não são assim, tão chatos).
Uniformes: os Bulldogs entrarão em campo com a tradicional camiseta branca. Já os Amigos do Zirbes usarão vermelho (ou cores parecidas).
Custo: R$ 105 por time.

Bulldogs FR
1. Lucas Corrêa
2. Eduardo
3. Andreas
4. Matheus
5. Bruno
6. Dieter
7. Nando
8. Lucas Carvalho
9. Leandro
10. Felipe
11. Nandi  

Amigos do Zirbes
1. Augusto
2. Brandalise
3. Zirbes
4. Rafael F.
5. Heitor
6. Tiago Souza
7. Antônio Lima
8. Amavisca
9. Tiago Fetter
10. Gabana
11. Rosp

Foto da semana

18/04/2008

Versátil, Leandro Demori mostra que está apto a exercer uma nova função no time dos Bulldogs: a de mascote oficial.


Pronto, pode me dar uma cabeçada

Não é a primeira vez que Leandro trabalha como animador de torcidas. Durante o tempo em que viveu nos Estados Unidos, o mais polêmico atacante bulldoguense chegou a fazer uma ponta como mascote oficial dos Ducks de Oregon, onde costumava protagonizar cenas como esta.

Recesso e novidades

16/04/2008

Infelizmente, o time do Sato não pôde confirmar presença e, por isso, não haverá jogo dos Bulldogs nesta semana. Andreas e Balakka ligaram até pra zelador de prédio e vendedor de tapioca, mas não encontraram nenhum outro time com tempo (nem com qualidade) para enfrentar os Bulldogs na PUC.

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“Organizadores de merda…”

Mas não fiquem tristes. A semana de recesso serviu para organizar algumas coisas essenciais para o futuro do time. Ou seja: mesmo sem o jogo, nós temos boas novidades. Veja algumas delas:

Organização: o Balakka acaba de elaborar um plano de ação para que os Bulldogs tenham uma gestão mais profissional, com caixinha, estatuto, agenda de jogos e vários benefícios para os atletas.

Churrascoo plano de ação traz apenas algumas diretrizes iniciais. Os detalhes mais importantes deverão ser discutidos entre todos os atletas dos Bulldogs em um churrasco que acontecerá em breve, numa data que será devidamente divulgada neste blog.

Uniforme oficial: estamos pesquisando preços para elaborar o uniforme oficial do time. Aliás, quem souber de uma loja que faça baratinho, favor entrar em contato pelo e-mail andreas@amanha.com.br

Agenda de jogos: também estamos avaliando a possibilidade de fechar uma agenda de jogos para o ano inteiro, com horários fixos, de modo que todos possam se organizar e jogar sempre.

As coisas só tendem a melhorar, amigos.

Atenção para o próximo jogo!

10/04/2008

O próximo jogo dos Bulldogs deverá acontecer na quarta-feira, 16 de abril, às 19h. Sim, às SETE da noite. É cedo, mas é o único horário que os fuckin’ bastards da PUC têm disponível. O provável adversário será o time do Sato. A confirmação deverá sair até o final desta semana. Aguardem.

Ah, quem quiser jogar, que mande um recado aí embaixo, nos comentários, pedindo inscrição.

Maldita Lei Pelé

09/04/2008

Os Bulldogs correm o risco de perder uma de suas principais forças ofensivas. O meia-atacante Felipe está perto de se transferir para um clube mais tradicional, já estruturado, cujo nome o conselho editorial deste blog prefere, por hora, não revelar. Para quem não sabe, Felipe foi a principal ausência dos Bulldogs no jogo desta última terça-feira, contra o Santander. O motivo do sumiço?

“Eu já tinha combinado há umas duas semanas, com um parceiro meu, de ir jogar um futebol de salão lá no Camaquã. Aí eu não quis desmarcar com ele em cima da hora… Não ia dar uma de guri, né?”, explica Felipe. ”Mas ó, eu fiquei me coçando pra jogar com vocês”, ressalta o atleta, que já marcou quatro gol pelos Bulldogs em 2008.

 

 

 

 

 

 

 

“Estão me querendo”

O Conselho Deliberativo dos Bulldogs FR se solidariza com Felipe e deseja-lhe sorte em todas as suas iniciativas dentro e fora de campo. E deixa, aqui, um recado diretamente endereçado a ele: véio, enquanto tu estiver por aí, vê se não nos abandona, tá?

As Bulldoguetes vêm aí

09/04/2008

Nesta quarta-feira, deverá ocorrer mais uma partida das Bulldoguetes, como é conhecida a ala de futsal feminino dos Bulldogs. As dogguitas deverão se encontrar no ginásio da Cabral, a partir das 22h. Os times serão divididos na hora pela Daniele. A fiel torcida masculina dos Bulldogs estará presente.

Débora, Aline, Carol e Dani: rolo compressor

Chocolate e nariz inchado

09/04/2008

Os Bulldogs não precisaram fazer muito esforço para atropelar o raçudo – porém sofrível – time do Santander. Mesmo desfalcados do meia Felipe, que pediu dispensa para jogar em Camaquã, os doggers aplicaram 3 x 1 e acabaram com as chances dos bancários de reverter a derrota da semana anterior, por 3 x 0. A vitória veio fácil, molenga, com os Bulldogs jogando a maior parte do tempo no campo do adversário.

“Aplicamos um chocolate”, resumiu o atacante Leandro. Foi pelos pés dele que a goleada começou a tomar forma, logo aos cinco minutos. Em uma saída atrapalhada do Santander – problema que se repetiria ao longo de toda a partida –, a bola sobrou para Leandro, que venceu o zagueiro na corrida e chutou de bico, fora do alcance do goleiro bancário. Foi o segundo gol dele pelos Bulldogs.

O Santander esboçou a reação com uma bola lançada às costas da zaga – que deixou o atacante Beto sozinho de frente para o gol. Mas aí brilhou a estrela do goleiro Lucas. Com precisão e frieza surpreendentes, ele fechou o ângulo de Beto e realizou a defesa mais difícil da noite. Foi aplaudido com veemência pela torcida feminina dos doggers, que ocupava a lateral do gramado.

A partir daí, os Bulldogs dominaram totalmente a partida. Eduardo e Bruno tramavam subidas quase artísticas pela direita, ajudados por um incansável Nandi – que era constantemente caçado pela defesa adversária. Na esquerda, Balakka e Matheus, assessorados pelo estreante Lucas, formavam uma verdadeira muralha defensiva. Mais à frente, Marco cadenciava o jogo com toques macios e dribles curtos. Foi dele o lançamento que resultou no segundo gol dos Bulldogs. Roberto recebeu a bola na linha da grande área, entortou com crueldade duas filas de zagueiros e desferiu um chute seco, à meia altura. A bola ainda desviou na mão do goleiro do Santander antes de descansar, risonha e sobranceira, no fundo das redes: 2 x 0.

O Santander descontou logo depois, em um lance polêmico. O árbitro Miguel marcou lance perigoso a favor dos bancários bem na frente da meia-lua dos doggers. A cobrança deveria ter ocorrido em dois toques, mas o meia Luciano, do Santander, chutou diretamente a gol. A bola entrou no ângulo, indefensável. Os Bulldogs protestaram, mas o árbitro validou o gol alegando que Lucas havia tentado fazer a defesa.


O happy-hour dos Bulldogs

Jogo esquenta e Santander perde a cabeça

O gol alterou os ânimos dos jogadores do Santander. Dispostos a tudo para alcançar o empate, eles apelaram para a força bruta. Numa das divididas mais ríspidas, Nandi chegou a sofrer um ferimento leve “nas vista”. Mas seguiu jogando, sem se importar com o sangue no rosto e, menos ainda, com as faltas que os bancários lhe aplicavam insistentemente. Numa de suas inúmeras roubadas de bola, Nandi lançou Marco, que entrou na área pela direita, driblou um zagueiro, levantou a cabeça, admirou a paisagem, conferiu a previsão do tempo, abriu um chiclé, escolheu o canto e chutou. O artilheiro isolado dos Bulldogs soma, agora, oito gols na temporada.

O gol de Marco incendiou a partida. Arrasados, os jogadores do Santander passaram a distribuir botinadas até na própria sombra. Numa delas, o árbitro Miguel – já nitidamente nervoso – expulsou o atacante Leandro, que saiu reclamando. Luciano Savi da Silva, do Santander, irritou-se com o Messi dos pampas e foi tirar satisfações. Na discussão, deu uma cabeçada em Leandro. Foi o estopim de uma briga generalizada que acabou com um nariz inchado, uma testa aberta e mais uma vitória acachapante dos Bulldogs.

Ficha do jogo
Placar: Bulldogs 3 x 1 Santander
Realização: terça-feira, 08 de março de 2008, às 22h.
Escalação dos Bulldogs: Lucas; Eduardo, Andreas, Matheus e Lucas Lat; Nandi, Bruno, Balakka e Marco; Leandro e Roberto.
Gols marcados por: Leandro, Beto e Marco
Cartões amarelos: Lucas, Nandi, Marco e Bruno
Expulsões: Leandro
Árbitro: Miguel Negão

Santander quer revanche. Que venha

08/04/2008

Depois de levar 3 x 0 na cola, o time dos funcionários do Santander volta ao sintético da PUC nesta terça-feira, às 22h, em busca da revanche. Os Bulldogs vêm com praticamente a mesma formação da semana passada, com apenas duas alterações: a saída de Felipe, na frente, e a de Caco, na lateral esquerda. No lugar, entram Leandro e Lucas, respectivamente. Confira, abaixo, a escalação completa:

1. Lucas Corrêa
2. Eduardo
3. Andreas
4. Matheus
5. Nandi
6. Lucas (lat. esq.)
7. Leandro
8. Balakka
9. Roberto
10. Bruno
11. Marco

Arbitragem: Miguel.

Por que “Bulldogs FR”?

08/04/2008

Simples: perguntem ao Balakka. O véio cunha queria ter um bulldog com a Aline, sua noiva. O objetivo foi alcançado em janeiro de 2008, com a chegada da Chacarera, uma linda bulldoguete de nove meses e algumas dezenas de quilos. Chaca (para os íntimos) entrou na nossa vida no mesmo mês em que os Bulldogs entraram em campo pela primeira vez. Então foi isso, basicamente. Somos os Bulldogs Futebol Raça, ou simplesmente Bulldogs FR, já que hoje em dia é chique ter siglas que ninguém entende.

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“Quando crescer, serei um clube de futebol”

A origem dos Bulldogs

08/04/2008

 A coisa toda começou em junho de 2007. Era uma daquelas noites enfadonhas de domingo, regadas a churrasco requentado e Fantástico com a Glória Maria. Felizmente, naquela noite, Andreas e seus cunhados – acredite, são MUITOS cunhados – haviam sido convidados para jogar uma pelada nas canchas de fut-sete do Camisa 10, em frente ao Beira Rio.

Time armado, lá fomos nós. O adversário era um time da Zona Sul, já entrosado e bastante competitivo. Entramos em campo apenas para não perder. Mas acabamos surpreendidos: vencemos por 5 x 2. Óbvio que ali estava o projeto de um bom time.

Quase todos os jogadores que participaram daquela primeira partida estão nos Bulldogs até hoje.

No começo, as partidas eram ocasionais: aconteciam de vez em quando, sem uma periodicidade definida, apenas quando os atletas tinham tempo disponível para se reunir. Com o tempo, porém, começou a ficar claro que existia coesão entre aqueles cunhados.O time era combativo. Havia diferenças de nível técnico, havia problemas básicos de organização, havia passes errados, chutes para fora e erros de marcação. Só não havia bola perdida.

Certo dia, Balakka, um dos co-fundadores dos Bulldogs, cogitou a possibilidade de formarmos um time que jogasse sempre, todas as semanas, habilitando-se a disputar torneios em Porto Alegre e região metropolitana. De bate-pronto, sugeriu um nome para o grupo: Bulldogs – uma homenagem ao cachorro preferido de sua noiva, Aline. Nascia, ali, o clube de futebol mais cool de Porto Alegre.

Em janeiro de 2008, os Bulldogs se tornaram um clube de futebol-11. Trata-se de um grupo amplamente organizado, que valoriza não só os bons jogadores, mas também aqueles que estão dispostos a se dedicar com seriedade ao time – antes, durante e depois de cada partida. A organização do time (agendamento de partidas, escalação, pagamentos, blog, uniformes, patrocínios, etc) está sob a responsabilidade de Andreas. Mas outros jogadores, como Balakka, Felipe, Marco e Leandro têm participação ativa e decisiva na configuração do grupo.